Mamãs e Bebés

Gravidez

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Covid-19: Gravidez e parto

A doença Covid-19 foi, no passado dia 11 de março, declarada como pandemia internacional. Deste modo, têm sido adotadas várias medidas para conter a propagação da doença. De forma a dar resposta à avaliação e tratamento de doentes, a Direção Geral de Saúde está focada na reorganização dos recursos humanos e materiais necessários à prestação de cuidados de saúde no sistema de saúde e no Serviço Nacional de Saúde. Assim sendo, uma das maiores preocupações vai ao encontro da adaptação da abordagem clínica dos doentes com suspeita e infeção do vírus, especialmente, alguns grupos vulneráveis, como grávidas.
Devido à situação que vivemos, e como a nossa maior preocupação são as grávidas e as sua famílias, a Mamãs e Bebés sintetizou algumas normas decretadas pela DGS. Selecionamos algumas informações que consideramos essenciais para as grávidas, que vão desde as consultas de acompanhamento na gravidez até ao momento do parto:


• Nesta situação de pandemia, e de acordo com as orientações publicadas, as instituições da Saúde devem privilegiar as teleconsultas em que as grávidas deverão efetuar autoavaliação domiciliária de peso e tensão arterial, além disso, deverão ainda registar ocorrência de contrações, dor pélvica e presença de movimentos fetais.

• Grávidas assintomáticas com contacto com casos suspeitos ou confirmados de Covid-19 ou sintomas sugestivos de tal, devem realizar o teste laboratorial. Até ao resultado do mesmo estar disponível, a grávida será tratada como um caso de Covid-19.

• As Grávidas com suspeita ou confirmação do vírus deverão permanecer em casa, contactando a Linha SNS 24. Caso seja uma situação grave, por sintomas ou queixas obstétricas, as mesmas deverão dirigir-se a uma urgência hospitalar adequada e preparada com as áreas dedicadas para a avaliação e abordagem de grávidas com suspeita. Nestas situações o ideal será deslocarem-se em veículo próprio, todavia, na impossibilidade de tal, deverão solicitar uma ambulância e informar, quem presta o serviço de socorro, sobre a suspeita de Covid-19.

• As grávidas com Covid-19 assintomático ou com sintomas ligeiros deverão permanecer em casa, caso haja possibilidade para tal, sendo vigiadas e acompanhadas através de teleconsultas. No entanto, em caso de internamento, a grávida será tratada em isolamento, seguindo as normas em vigor.

• Em situação de parto (de mãe infetada), o contacto pele com pele é desaconselhado. Além disso, e apesar de não existir evidência de transmissão vertical da doença, recomenda-se que todos os recém-nascidos sejam testados, bem como um acompanhamento neonatal no primeiro mês de vida.

• No que respeita à separação mãe-filho após o parto, as próprias instituições de saúde deverão tomar uma decisão de forma individualizada, tendo vários fatores em consideração, tais como a vontade da mãe, as próprias instalações disponíveis e a disponibilidade das equipas de saúde. Caso não haja separação entre mãe e filho, a progenitora, antes de contactar com o recém-nascido, deverá ter cuidados como a lavagem e desinfeção das mãos e o uso de máscara cirúrgica.

• Relativamente à amamentação, também não existe evidência de risco de transmissão viral através do leite materno, pelo que em situações de separação entre mãe e filho se recomenda a extração do leite com bomba e o seu desperdício até a mãe ter dois testes negativos.


A Mamãs e Bebés continua aqui ao seu lado para o que precisar.
Proteja-se e cuide de si e dos seus. #vaificartudobem

Fonte: Directrizes da DGS - Orientação Nº018/2020
(Estas recomendações podem estar sujeitas a atualizações diárias)
 

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